domingo, 10 de abril de 2011

100 dias do Governo Dilma

Neste domingo (10), a presidenta Dilma Rousseff completa 100 dias à frente do Governo Brasileiro com motivos de sobra para comemorar. Em pouco tempo de trabalho, o governo recebe avaliação positiva de boa parte da população brasileira.
O diferencial destes primeiros 100 dias do governo Dilma pode ser conferido no trabalho desempenhado pela presidenta, principalmente em favor das mulheres, como afirma a vice-presidente do Senado, Marta Suplicy (PT/SP). “Com 100 bons dias, até a oposição está sem discurso. A Dilma melhora o que o Lula fez, mas tem outro estilo para evitar comparações, além de atuar em todas as áreas com extrema competência, principalmente para às mulheres. São muitas melhorias já realizadas, sobretudo na área da saúde, como a rede cegonha, as redes de tratamento de câncer, dentre outras ações” explicou.


Para a senadora Ana Rita (PT/ES), o que mais chama atenção na nova gestão do Governo Federal é a sensibilidade com que a presidenta Dilma Rousseff trata as questões sociais. “A Dilma fez lançamentos de programas importantes nesse período como ampliação do número de usuários do Bolsa-Família, um ato importante na promoção da qualidade de vida da população. É um compromisso de campanha que está sendo cumprido” afirmou a senadora.
Segundo a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR), a política da presidente Dilma não se restringe à continuidade dos programas do governo Lula, mas amplia as melhorias criadas pelo ex-presidente. “Além de continuar com os programas, projetos e na linha de trabalho do governo Lula, avança ainda mais, seja na área de educação, seja na saúde e outras áreas sociais. A Dilma tem dado muito orgulho para às mulheres por fazer um governo como este” acrescentou Gleisi.
Eleita com mais de 55 milhões de votos, Dilma Rousseff é a primeira mulher a chegar à presidência da República do Brasil. Seus principais objetivos no Governo são a erradicação da pobreza extrema, a melhora no relacionamento internacional e econômico do Brasil, além de continuar e ampliar os programas do governo Lula.

Fonte -Portal PT

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A nova carreira de Lula


BBC


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou nesta semana a Washington, o primeiro destino de um roteiro agitado nos próximos dias, que inclui México, Grã-Bretanha e Espanha e faz parte de sua nova profissão: a de palestrante.
Nesta quarta-feira, Lula será a atração principal do Fórum de Líderes do Setor Público da América Latina e Caribe, promovido pela Microsoft na capital americana. A uma plateia de 120 pessoas, vai falar sobre o caminho do Brasil no aprimoramento da educação.
A assessoria do ex-presidente não diz quanto ele vai receber pela participação no evento. Houve quem falasse em US$ 500 mil. Em sua primeira palestra remunerada, feita no mês passado no interior de São Paulo, a convite da LG, estima-se que Lula tenha recebido até R$ 200 mil.
A carreira de palestrante é administrada pela empresa LILS (suas iniciais) Palestras, Eventos e Publicações, criada no mês passado ao lado do amigo Paulo Okamotto (que detém 2% de participação). Segundo seus assessores, além do objetivo financeiro, com a nova carreira Lula pretende também usar sua popularidade no Exterior para "promover o Brasil".
Lula chegou a Washington na noite de segunda-feira, em um avião cedido pelo empresário Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar e presidente da Coteminas. Hospedado na residência do embaixador Mauro Vieira, aproveita a passagem pela capital americana para fazer contatos e também um pouco de turismo.
Na manhã desta terça-feira, recebeu o presidente do BID (Banco Inter-americano de Desenvolvimento), Luis Alberto Moreno, em um encontro que, segundo seu assessor, busca "estreitar laços". Para a tarde, depois de repassar o texto da palestra, o plano era ver as cerejeiras às margens do rio Potomac, cartão-postal da cidade neste início de primavera. À noite, um jantar promovido pela Microsoft.
A próxima parada do ex-presidente é Acapulco, onde na sexta-feira vai falar sobre a crise econômica e a experiência do Brasil em uma conferência da Associação de Bancos do México. Na semana que vem, segue para Londres, onde sua agenda inclui um encontro com o historiador Eric Hobsbawm e uma palestra para investidores europeus a convite da Telefônica. Depois, ruma à Espanha, para receber o Prêmio Liberdade Cortes de Cádiz, na cidade de mesmo nome. A agenda no país ainda não está totalmente fechada, mas Lula espera poder incluir uma partida do Barcelona ou do Real Madrid.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Opinião da Revista Veja sobre a direita do Brasil e a Crítica do blog Sandrodavidovitch.


Opinião da Revista Veja

O espectro político brasileiro é peculiar: na ponta esquerda, tem o jurássico PCO. Passa por socialistas radicais, como o PSOL e o PSTU, pelos comunistas conformados do PPS, pelos social-democratas do PT e do PSDB, pela esquerda verde do PV e se encerra no centro, onde estão PP e DEM. Não há, entre os 27 partidos brasileiros, um que se assuma como direitista. E o recente anúncio da criação do PSD, que se define como social-democrata, abre um buraco no DEM e empurra o eixo da política brasileira ainda mais para a esquerda.

A situação é única. Todas as grandes democracias do mundo têm ao menos um partido conservador forte, como o PP espanhol, o Partido Republicano dos Estados Unidos, a UMP francesa e o PDL italiano. O que teria levado a direita brasileira à lona enquanto, em outros países, como os vizinhos Peru e Colômbia, ela ocupa o poder máximo? Para especialistas e políticos ouvidos pelo site de VEJA, a causa está na herança maldita da ditadura militar.

O primeiro a definir o conservadorismo como uma doutrina política foi o inglês Edmund Burke, no século XVII. Esta corrente política considera que os indivíduos realizam as coisas melhor do que o estado. Que as liberdade individuais devem ser mantidas a todo o custo. E que os valores tradicionais da sociedade devem ser preservados. Nas democracias modernas, o conservadorismo se traduz como uma recusa ao estatismo, a defesa do livre mercado, a proteção da família e a oposição a medidas como a legalização de drogas e do aborto.

No Brasil, o discurso adotado pelos partidos políticos pouco se diferencia: todos adotam termos como “justiça social”, “distribuição de riqueza”, “igualdade”. Obviamente, ninguém é contra essas bandeiras, mas o linguajar denuncia que todos, por razões diversas, adotam um vocabulário de esquerda. Expressões como "livre iniciativa", "responsabilidade individual" e "valores morais" raramente são ouvidas pelos corredores do Congresso ou do Palácio do Planalto. As palavras “social” e “trabalhista” e “socialista” aparecem na maioria dos nomes das legendas. Há apenas um partido que faz referência ao liberalismo – o PSL, que, ainda assim, também se diz social – e nenhum que tenha a expressão "conservador" no nome.

Situações peculiares – O declínio de valores não-esquerdistas se acentuou a partir do governo Lula, quando o PT moderou seu posicionamento e roubou parte do discurso de partidos de centro. Legendas que a princípio eram pouco afeitas às ideias do partido deixaram as diferenças de lado para ingressar na partilha do poder: é o caso do PR, que resultou da fusão do PL com o Prona, do PTB, do PP e do PMDB. Todos se dizem centristas.

O adesismo inflou o bloco governista e juntou a esquerda moderada, a socialistas anacrônicos e a arrivistas de olho na divisão de benesses. Com isso , o PT arrastou consigo praticamente todos os partidos com algum peso. PSDB e DEM permaneceram na oposição mais por questões estratégicas do que programáticas. "Os partidos não se posicionam amparados em raízes históricas, mas em razões conjunturais", opina o cientista político Leonardo Barreto. Para ele, há espaço para o surgimento de uma legenda conservadora no país.

Na falta de uma direita verdadeira, a esquerda acaba inventando a sua própria: "Oposição à direita é um erro grave porque você tem um país com contradições sociais gravíssimas, concentração de renda das maiores do mundo. Quer concentrar mais? À grande maioria isso não interessa", diz o primeiro-secretário do PSB, Carlos Siqueira, para quem a direita trabalha para aumentar a injustiça no país.

Mesmo entre a oposição, o discurso ideológico não é afinado: o presidente do PPS, Roberto Freire, faz uma diferenciação: “Existe a oposição de esquerda, como o PSOL, PSTU e parte do PSDB. Na oposição de direita temos o DEM”. O rótulo, no entanto, é descartado pelos próprios democratas.

Trauma da ditadura - Mesmo o autoproclamado centrismo do DEM parece não ser bem recebido no meio político: o partido, em eterna crise de identidade, já se refundou duas vezes e tenta se livrar da pecha de conservador. Da última vez, tentou colar a imagem ao Partido Democrata americano – que, por lá, abriga diversos matizes da esquerda. Ainda assim, vem sofrendo sucessivos golpes, vindos de dentro e de fora. O último deles é o nascimento do PSD de Gilberto Kassab.

O presidente do DEM, José Agripino Maia, reconhece que as bandeiras de seu partido se limitam à defesa do “liberalismo moderno”. Ao site de VEJA, ele torceu o nariz quando indagado sobre a discussão de temas que costumam pautar os partidos conservadores, como o casamento gay, o aborto e a liberação de drogas: “Isso não é o carro chefe do partido”.

De fato, o DEM não pode ser definido como um partido de direita: bandeiras como a redução da maioridade penal, o endurecimento da punição a criminosos e a oposição ao desarmamento civil não são bandeiras pela qual o DEM se empenha. “No Brasil, a direita é muito vinculada aos regimes totalitários e estamos totalmente fora disso. O que é esquerda? Muro de Berlim, Cuba? Estamos fora disso também”, diz Agripino Maia. O antigo PFL, aliás, esteve ao lado do governo petista na defesa do desarmamento da população civil, em 2005.

O deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) se alinha a bandeiras clássicas do conservadorismo, como a defesa da livre iniciativa, a não-interferência do estado na vida do cidadão e oposição à legalização do aborto. Mas não se assume como direitista. Para ele, o rótulo só faria sentido em países onde há tradição de uma direita democrática, o que não existe no Brasil. “Aqui não existe essa tradição", explica.

Não por acaso, os partidos não foram capazes de sintetizar a oposição do eleitorado brasileiro à legalização do aborto. Na última campanha eleitoral, o tema surgiu quase de forma clandestina, em discussões na internet e nas igrejas. O PSDB de José Serra veio a reboque, aproveitando-se do tema para criticar a petista Dilma Rousseff – que, por sua vez, se apressou em tentar apagar o passado e dizer que nunca havia defendido a legalização do aborto.

Petistas e tucanos, aliás, têm mais similaridades do que diferenças. O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias, reconhece que a disputa tem mais a ver com a aplicação das ideias do que com a orientação ideológica: "O PT, no poder,adotou as propostas do PSDB. Não inovou. Não há nenhum programa social novo. Ocorre que a execução é que é diferente. Geralmente, a postura do PT é mais promíscua em relação ao Legislativo", afirma.

Falta tradição –  Para o cientista político Ricardo Caldas, a rejeição ao rótulo de direitista está ligada à herança negativa deixada pelas legendas conservadores no país. Estes partidos foram contra a abolição da escravidão, contra o fim da monarquia e, na figura da Arena, apoiaram o regime militar. Não é uma ficha corrida das melhores. "Eles tiveram dificuldade de conviver com a democracia e ficaram com essa pecha de antidemocráticos."

O especialista acredita que a direita brasileira não se modernizou. Em vez disso, foi engolida pelo recente pragmatismo de esquerda, difundido pelo PT, ou aderiu ao outro lado por oportunismo eleitoral. Se o espectro político brasileiro vai da extrema-esquerda ao centro, a disputa pelos principais postos de poder está ainda mais restrita. Em 2010, só havia candidatos de partido de esquerda na disputa pela Presidência da República.



Opinião do Blog Sandrodavidovitch

A Revista Veja tenta passar uma imagem que a direita e a esquerda no Brasil são a mesma coisa e que a culpa da decadência da direita no Brasil é por causa de ditadura Militar. Quando na verdade a direita vem perdendo força no Brasil não por causa da Ditadura, até por que depois da ditadura Militar no Brasil quem assumiu o poder foi a Direita com Collor, Itamar e FHC, o que vem motivando essa decadência da Direita no Brasil, foi os maus governos da direita, principalmente no período de FHC, quando o Brasil entrou em uma profunda crise.
Com o governo Lula, foi feito uma nova forma de governar até então nunca feita pelo outros governantes, onde os pobres e o social foram prioridades no Governo, alavancando um grande apoio da população.
A revista Veja tenta igualar PT e PSDB, mais vale salientar que os partidos de origem de direita vem correndo para lado social por ter perdido eleitores para a esquerda. Não é o PT que é igual ao PSDB ou DEM é na verdade a direita querendo fazer politica ao estilo Lula, para tentar recuperar os eleitores perdidos, uma prova disso é o novo partido criado por Kassab de São Paulo (PSD)Partido Social Democrata, tentando fugir da herança maldita de FHC, e recuperar eleitores fingindo ser um partido social, quando na verdade não passa de maquiagem desesperada de políticos que tentam mudar o nome de partidos para encobrir suas origens e seus verdadeiros objetivos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Homenagem do PT à José Alencar

A política vai sentir falta de José Alencar


Um político raro, honesto e com um senso crítico e bom humor incrível, que seu exemplo sirva de exemplo para os políticos brasileiros. Ele ao lado de Lula foram verdadeiros exemplos de como fazer uma politica honesta nesse país.

José Alencar  - O melhor Vice presidente da história desse país
* 1931
+ 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

Economia japonesa: maiores implicações do tsunami

Por
Os recentes desastres no arquipélago intensificam as dificuldades de uma nação em crise
O Japão ainda está se recuperando dos efeitos do poderoso terremoto e tsunami que devastaram o nordeste do país em 11 de março. Com 9 graus de magnitude, o terremoto, próximo da costa, foi um dos maiores já registrados. O tsunami arrasou cidades e vilas, resultando em uma destruição massiva de propriedades, deixando centenas de milhares de pessoas desabrigadas. Com milhares ainda não contabilizados, as taxas de mortalidade tendem a subir rapidamente. O desastre também prejudicou uma usina de energia nuclear, resultando em uma série de explosões e induzindo a evacuação da população ao redor. A The Economist Inteligence Unit resume, a seguir, as principais implicações do desastre. Sobretudo, mesmo que não tenha nenhuma catástrofe nuclear, o impacto do crescimento do PIB é modesto se comparado com a escala do trauma humanitário.
Crescimento Econômico
Nas notícias inicias sobre os danos do terremoto e do tsunami, nós reduzimos levemente as expectativas de crescimento econômico em 2011 de 1,6% para 1, 4%. Nas áreas mais afetadas, a atividade econômica virtualmente parou e o consumo e investimento privados permanecerão fracos até a segunda metade deste ano. De todo modo, a reconstrução deve fornecer um impulso para o próximo ano, de forma que elevamos nossas previsões para 2012 de 1,4% para 1,5%.
Nossas expectativas atuais assumem que o impacto nacional do desastre será limitado, tão logo os maiores centros econômicos como Toquio evitem a interrupção prolongada. Por exemplo, esperamos que suprimentos poderosos estejam restaurados completamente nas áreas econômicas-chaves em maio. A manutenção dessa suposição dependerá de quanto tempo durará a crise na usina nuclear de Fukushima Daiichi. O estado atual de risco elevado e a incerteza podem atrasar o crescimento conduzido pela reconstrução que nós esperamos atualmente que se inicie na segunda metade de 2011. Nesse caso, nossas expectativas de crescimento para 2011 serão reduzidas, mas nossas previsões para 2012 crescem.
Política
O primeiro ministro Naoto Kan e o Partido Democrático do Japão estão encarando seu maior teste. Uma deterioração dramática na posição do governo é anulada pelo fato de que este já estava sombriamente impopular antes do desastre. A insatisfação pública em relação à ajuda e esforços de reconstrução é um risco, mas, num balanço, a reação das autoridades foi rápida e competente. Diferente da letárgica resposta ao terremoto de Kobe em 1995, operações de auxílio em larga escala iniciaram imediatamente e assistência estrangeira foi recebida. Sr. Kan arriscou-se quando assumiu o comando pessoal da crise na usina de Fukushima – um passo que pode queimá-lo se a situação dos lugares afetados piorar. De qualquer forma, a ira pública tende a se focar na empresa que opera a Usina, a TEPCO, que é notória por ser econômica com a verdade em relação aos acontecimentos nucleares.
Acima de tudo, se a administração de Kan pode evitar compartilhar a culpa de outros percalços radioativos, e se as autoridades continuarem a orquestrar um resgate de crédito e esforços de reconstrução, os efeitos do desastre na estabilidade governamental parece ir do neutro ao positivo. Mais do que isso, a administração pode ser beneficiada nas frentes políticas. Um senso de emergência e solidariedade nacional pode mitigar a obstrução da oposição sobre a receita para o ano fiscal que chega – ou mesmo galvanizar suporte para as arrojadas reformas que o senhor Kan propôs para resolver os problemas econômicos do Japão.



segunda-feira, 21 de março de 2011

Obama e o Pré-sal

A visita do presidente trouxe uma ótima visão do presidente Obama para boa parte dos brasileiros, em seu discurso enalteceu nosso país com belas frases sobre nossa cultura e nossa história e principalmente sobre o nosso crescimento econômico. Porém todo esse carisma e elogios sobre nosso país que encantou o Brasil, na verdade esconde o verdadeiro interesse de Obama .

O Brasil já é a 7º potência mundial e tem um tesouro de grande valor econômico que já chama a atenção da comunidade internacional, que é o nosso pré- sal, como já sabemos  os Eua consomem mais petróleo do que produzem e tem que buscar outras formas de  conseguir  petróleo para  suprir sua demanda.

O Presidente Obama veio ao Brasil não pra encher a nossa bola com elogios e agradecimentos e sim em buscar do seu principal interesse na sua economia que é o nosso pré-sal. A presidente Dilma fez bem em recebe-lo, apesar de tudo o Brasil e oa EUA tem vários acordos firmados economicamente, mais muito cuidado quando se trata de petróleo com os Ianques, pois eles são capazes de criar motivos pra invadir  países pra conseguir seus interesses, como fez com o Iraque e o Afeganistão e agora ameaça o petróleo da Líbia e do Irã e já cercou a Venezuela com várias bases militares na Colômbia, lembrando que a Venezuela e o maior produtor de petróleo das Américas, mais eles tem pela frente Hugo Chavez ,que se depender dele esse petróleo não chega nas mãos dos Estadunidenses. Muito cuidado com Obama, Simpatia e carisma pode esconder interesses que podem prejudicar o nosso país e beneficiar os EUA.

sábado, 19 de março de 2011

Snow Patrol - Open Your Eyes


Abra Seus Olhos

Tudo isto parece estranho e falso
E eu não vou disperdiçar um minuto sem você
Meus ossos doem, minha pele está fria
E eu estou ficando tão cansado e tão velho

A raiva me corrói por dentro
E eu não vou sentir esses pedaços e cortes
Eu quero tanto abrir seus olhos
Por que eu preciso que você olhe dentro de mim

Me diga que você abrirá seus olhos [x4]

Levante, vá embora, saia de perto desses mentirosos
Porque eles não tem sua alma ou sua chama
pegue minha mão, entrelace seus dedos entre os meus
E nós sairemos deste quarto escuro pela última vez

Cada minuto a partir deste agora
Podemos fazer o que gostamos em qualquer lugar
Eu quero tanto abrir seus olhos
Porque eu preciso que você olhe dentro de mim

Me diga que você abrirá seus olhos [x8]

Tudo isto parece estranho e falso
E eu não vou perder um só momento sem você

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pense bem antes de comer no McDolnald's

"A empresa Estadunidense é a face da verdadeira cara do Capitalismo."

Por Michelle Amaral
“Uma vez eu estava com uma bandeja cheia de lanches prontos para serem entregues e escorreguei. Quando ia caindo no chão, meu coordenador viu, segurou a bandeja, me deixou cair e disse: ‘primeiro o rendimento, depois o funcionário’”, conta Kelly, que trabalhou na rede de restaurantes fast food McDonald´s por cinco meses.
“Lá você não pode ficar parado, se sentar leva bronca”, relata Lúcio, de 16 anos, que há 4 meses trabalha em uma das lojas da rede na cidade de São Paulo. “Você não tem tempo nem para beber água direito”, completa José, de 17 anos. “Uma vez eu queimei a mão, falei para a fiscal e ela disse para eu continuar trabalhando”, lembra o adolescente. Maria, de 16 anos, ainda afirma que, apesar da intensa jornada de trabalho nos restaurantes, recebe apenas R$ 2,38 por hora trabalhada.
Os relatos acima retratam o dia-a-dia dos funcionários do McDonald´s. Assédio moral, falta de comunicação de acidentes de trabalho, ausência de condições mínimas de conforto para os trabalhadores, extensão da jornada de trabalho além do permitido por lei e fornecimento de alimentação inadequada são algumas das irregularidades apontadas por trabalhadores da maior rede de fast food do mundo.
Somente no Brasil, o McDonald´s tem mais de 600 lojas e emprega 34 mil funcionários, em sua maioria jovens de 16 a 24 anos.
“Quando se é adolescente, você vê as coisas acontecerem, mas não vê como assédio moral, nem nada do tipo. Mas humilhações são constantes. Já fui puxada pela orelha por uma gerente por demorar em um atendimento”, completa Kelly.
As relações de trabalho impostas pelo McDonald´s são objetos de estudo de muitos pesquisadores. Do mesmo modo, pelas irregularidades recorrentes, a rede de fast food é alvo de diversas denúncias na Justiça do Trabalho.
Em São Paulo, o Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis e Restaurantes de São Paulo (Sinthoresp), ao longo dos anos, tem denunciado as más condições a que são submetidos os funcionários do McDonald´s.
Recentemente, resultou em uma punição ao McDonald´s uma denúncia feita há quinze anos pelo sindicato ao Ministério Público do Trabalho (MPT) da 2ª Região, em São Paulo. Trata-se de um acordo que, além de exigir o cumprimento de adequações trabalhistas, estabelece o pagamento de uma multa de R$ 13,2 milhões.
Desse valor, a rede de fast food deve destinar R$ 11,7 milhões ao financiamento de publicidade contra o trabalho infantil e à divulgação dos direitos da criança e do adolescente durante os próximos nove anos. Além disso, a rede deve doar R$ 1,5 milhão para o Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O compromisso foi firmado em outubro de 2010 e passou a valer em janeiro deste ano.
As investigações realizadas pelo MPT a partir da denúncia do Sinthoresp confirmaram as seguintes irregularidades: não emissão dos Comunicados de Acidente de Trabalho (CAT); falta de efetividade na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes; licenças sanitárias e de funcionamento vencidas ou sem prazo de validade, prorrogação da jornada de trabalho além das duas horas extras diárias permitidas por lei, ausência do período mínimo de 11 horas de descanso entre duas jornadas e o cumprimento de toda a jornada de trabalho em pé, sem um local para repouso.
O MPT também apontou irregularidades na alimentação fornecida aos trabalhadores: apesar de oferecer um cardápio com variadas opções, o laudo da prefeitura de São Paulo reprovou as refeições baseadas exclusivamente em produtos da própria empresa por não atender às necessidades nutricionais diárias. Em relação à alimentação, o McDonald´s chegou a ser condenado, em outubro de 2010, pela Justiça do Rio Grande do Sul a indenizar em R$ 30 mil um ex-gerente que, após trabalhar 12 anos e se alimentar diariamente com os lanches fornecidos pela rede de fast food, engordou 30 quilos.

quinta-feira, 17 de março de 2011

A Líbia pede socorro!

Kadafi promove massacre na Líbia

Por. Avazz
Caros amigos,

A Liga Árabe acabou de propor uma resolução formal ao Conselho de Segurança da ONU pela criação da zona de exclusão aérea sobre a Líbia. Depois de semanas de um impasse internacional, este é o momento da verdade, se nós não conseguirmos persuadir a ONU a agir agora, nós poderemos testemunhar na Líbia um dos maiores massacres deste novo século.

As forças do Kadafi estão esmagando os manifestantes cidade por cidade. Se eles retomarem o país, uma retaliação brutal aguarda os líbios que desafiaram o regime. Relatos de tortura e assassinato já estão vazando das áreas retomadas.

Cidadãos líbios comuns estão pedindo que o mundo não os abandone. A comunidade Avaaz está profundamente comprometida com a não-violência, mas a imposição de uma zona de exclusão aérea para manter os aviões de guerra do Kadafi no chão é um caso específico onde uma ação militar liderada pela ONU é realmente necessária. Um questionário enviado para a nossa comunidade mostra que 86% das pessoas apóiam a zona de exclusão aérea. Agora, no momento em que o voto da ONU se aproxima, chegou a hora de aumentar ainda mais a nossa pressão.

Nós torcemos quando o povo da Líbia saiu às ruas e agora não podemos, e não devemos, ignorar o seu pedido de ajuda neste momento tão difícil. Mesmo se você já participou, clique abaixo para enviar uma mensagem para o Conselho de Segurança da ONU:

Acesse:
http://www.avaaz.org/po/libya_no_fly_zone_3/?vl   

"Mesmo sabendo da gravidade da situação do Japão, não podemos fechar os olhos para o massacre tão eminente que vem ocorrendo na Líbia."

segunda-feira, 14 de março de 2011

Enquanto isso na Líbia e em Israel.

O tsunami no Japão foi uma das maiores catástrofe e a maior registrada por vários meio de comunicação, chocou o mundo inteiro. Realmente foi algo lamentável para a humanidade, exceto para alguns países que aproveitaram a situação, já  que as atenções do mundo estão voltadas para essa grande tragédia e promovem atos desumanos como no caso da Líbia e Israel.

A Líbia
Exercito Mercenário de Kadafi ataca novamente



O Ditador Kadhafi começa a tomar algumas cidades da Líbia que estavam tomadas por rebeldes com ataques extremamente violentos sobre a população. As Cidade de Brega já foi retomada por Kadafi e as tropas mercenárias do Ditador já avançam para Bengasi também dominada pelos rebeldes. O mundo parou diante da tragedia, mais Kadafi se aproveita da situação e espalhar o terror e morte na Líbia, enquanto o mundo fecha os olhos para esses ataques.

Israel
Bandeira representada o terror de Israel



Foi aprovado nesse sábado em Israel a construção de mais de 100 acetamentos em território palestino na Cisjordania. Segundo as autoridades palestinas já condenaram a medida.
'A decisão é errada e inaceitável e vai apenas criar problemas', afirmou Nabil Abu Rdainah, porta-voz do presidente palestino, Mahmoud Abbas.
Israel já vem tomando grandes áreas do território Palestino e o mundo está de braços cruzados assistindo Israel que tem todo apoio dos EUA tomar o pouco do território que resta da Palestina. Desse jeito isso vai até o dia em que Israel tomar conta de tudo e os lideres mundiais não fizerem nada diante de tamanha crueldade com o povo palestino.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Quando o carnaval chegar - Engenheiros do Hawaii



Quem me vê sempre parado, distante
garante que eu não sei sambar
tou me guardando pra quando o carnaval chegar
eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando
e não posso falar
tou me guardando pra quando o carnaval chegar
eu vejo as pernas de louça da moça que passa e não posso pegar
há quanto tempo desejo seu beijo
molhado de maracujá
tou me guardando pra quando o carnaval chegar
e quem me ofende, humilhando, pisando, pensando
que eu vou aturar
e quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
tou me guardando pra quando o carnaval chegar
eu vejo a barra do dia surgindo, pedindo pra gente cantar
eu tenho tanta alegria, adiada, abafada, quem me dera gritar
tou me guardando pra quando o carnaval chegar (3x)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Qual o interesse dos EUA na Líbia?

Navios Ianques estão se aproximando da costa da Líbia, ou seja os EUA estão querendo invadir o território Líbio com aquele velho discurso de levar a democracia, que todo mundo sabe que tem nome e se chama "Petróleo". A Líbia é um dos grandes produtores de Petróleo e gás e fornece para a Europa principalmente a Itália. O povo líbio estão cada vez mais perto de tomar controle de capital Trípole, essa revolução é do povo líbio e não dos EUA.
Como sabemos os EUA querem sempre tirar proveito em seu favor e não ta sendo diferente no governo Obama, que só mudou um pouco de postura, mais a sede de tirar proveito de países mais pobres ainda continua.  Como é o caso de Cuba onde Obama não tirou o bloqueio continental imposto a varias décadas e continua mantendo uma base militar em território Cubano a base de Guantánamo.
Resta agora espera para ver o desfecho dessa história, Kadafi esta cercado pelos rebeldes e vem se armando com soldados mercenários em seu Palácio em Trípole e os Rebeldes já tem em sem favor vários  soldados desertores e 2 aviões de combate .Antiga bandeira da Líbia(Foto).
No Egito o povo fez a sua revolução, como no Egito a sua fonte de riqueza é o turismo e não o petróleo os EUA se manteve de longe, hora apoiando o ditador e quando viu que o presidente do Egito iria cair mudou logo o foco e passou a apoiar o povo. Esperamos que o mundo não fique mudo diante dessa tentativa de invasão do território líbio pelos Ianques.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Sem perder o foco

A estratégia política

Quando a presidenta Dilma foi à cerimônia de 90 anos da Folha de São Paulo, na semana passada, causou mal-estar em todos nós que apoiamos o governo Lula e a candidatura dela, contra o jornalão. Mas, como estratégia política, ela estava certa.

Ela colocou no bolso a oposição demo-tucana paulista e o PIG (Partido da Imprensa Golpista). A oposição, que já está na UTI, ficou menor ainda, foi desarmada, com ela sendo o centro da festa em pleno reduto oposicionista. De quebra, Dilma tomou a bandeira da liberdade de imprensa, daqueles que a criticavam justamente por isso.

Se nós sentimos mal-estar, pior foi para os reacionários demo-tucanos verem FHC, Alckmin, José Serra fazerem fila para beijar a mão da presidenta. Pior para eles foi ver FHC pedir audiência àquela que ele chamava de “poste”. A oposição sentiu o golpe, tanto que enquanto nós aqui discutimos abertamente, eles simplesmente abafaram o caso, tratando com descrição para reduzir danos.

O que dá prestígio a um jornal não é cerimônias como estas, por mais gente importante que compareça. O que dá prestígio a um jornal são notícias exclusivas. É preciso notar que Dilma não concedeu ao jornalão nenhuma entrevista exclusiva, nem antecipou nenhuma notícia do governo que pudesse ser manchete.

Dilma também será vista na Rede TV, onde gravou entrevista para a estréia do Programa da Hebe Camargo; e na TV Globo, no programa de Ana Maria Braga, gravado hoje, e que deve ir ao ar amanhã, em comemoração pelo Dia Internacional da Mulher.

Desta vez a Presidenta gravou entrevista (diferente do que fez na Folha), mas de novo, dosou a “ração” que oferece ao PIG. Pelo que antecipa o G1 (das organizações Globo), também não haverá “furos”, sendo uma conversa sobre amenidades, inclusive culinárias.

Obviamente que a Globo gostaria de uma entrevista da Presidenta no horário nobre, em um programa como o Fantástico, mas Dilma concedeu para um programa de nicho e para uma apresentadora que manteve-se isenta durante a campanha eleitoral (mesmo que tenha servido à oposição no passado como militante do fracassado movimento Cansei).
A imagem

Os telespectadores (na maioria telespectadoras) terão a oportunidade de prestar atenção no que ela diz, em vez do que dizem dela. Para o perfil da audiência desses programas, não é uma má decisão a Presidente aparecer como ela é.

É bastante provável que uma boa parte das telespectadoras destes programas tenham formado uma imagem deturpada da Presidenta pelo que ouviram dizer de homens que acompanham a política, e passem a ficar com uma boa imagem dela.

O problema é conseguir ganhos de imagem pelo lado do PIG, e perda da imagem junto à militância aguerrida do outro lado do PIG, que tem se sentido preterida, conforme inúmeros comentários sinceros na última semana, aqui e em diversos outros blogs.

O governo que Dilma está fazendo é, em essência, o que Lula faria se tivesse um terceiro mandato. As decisões que Dilma está tomando, tirando uma escolha ou outra, são as mesmas que Lula tomaria. Então, por que essa percepção não está chegando à militância?

Alguma coisa precisa ser feita para não baixar o moral da militância e não desestimular a mobilização conquistada, sem querer.

A notícia

A democratização dos meios de comunicação passa pela democratização da interlocução, e isso independe de novos marcos regulatórios. Depende da comunicação governamental diversificar os interlocutores com a sociedade.

Quantas vezes vimos no governo Lula, o presidente e a própria Dilma quando ministra, concederem entrevistas coletivas, e todo o PIG pinçarem trechos fora do contexto para usarem contra eles?

Era a blogosfera quem tinha que procurar a entrevista inteira e desmentir as artimanhas do PIG, travando uma verdadeira guerra pelo livre fluxo das notícias, sem a censura e manipulação do PIG.

O PIG teve sua lua-de-mel até com Lula no início do mandato, em 2003, quando as empresas de mídia estavam falidas e tentavam socorro no BNDES. Depois detonou-o, quando não conseguiram socorro, e conspiraram abertamente com um noticiário seletivo no “mensalão”.

É natural que o PIG tenha sua lua-de-mel com Dilma, agora no início do mandato, e que Dilma explore bem essa boa relação neste período, até como estratégia de fortalecer-se para batalhas futuras.

Mas é importante nunca perder o foco de fortalecer as outras mídias que fazem contraponto ao PIG, nem desmobilizar a militância, porque elas serão necessárias na hora em que a oposição sair da UTI, já nas eleições de 2012, e mais ainda quando despontar um candidato das elites realmente viável para 2014 (até mesmo dissidente da base governista), certamente apoiado pelo PIG.

Por: Conversa Afiada

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A questão da Líbia, por Sandrodavidovitch

A Líbia em destaque


A questão da Líbia é bem diferente daquela que foi encontrada no Egito. O ditador kadafi vem reprimindo as manifestações com extrema violência. Os manifestantes opositores já tomaram as cidades mais importante da Líbia e já estão próximo da Capital Tripole. Na capital Trípole Kadafi vem montando uma verdadeira estrutura de guerra pra se defender que segundo o próprio falou só sai da Líbia morto.

 
Muammar al-Khaddafi
, Moammar Gadhafi, Muammar al-Qadhafi, Mu'ammar Al-Qadhafi, Muammar al-Khadafi.
São vária as formas de escrever o nome do ditador líbio devido o seu nome ser assinado sempre em árabe e nunca escrito em lingas ocidentais.
Quando kadafi assumiu o poder da Líbia ele mandou retirar da Líbia todos os americanos vindos através da aliança entre Idris I antigo rei líbio e os EUA, fechou as danceterias, bordéis e bares trazidos pelos americanos, impondo à toda Líbia respeito aos preceitos e morais do islamismo, proibiu a exportação de petróleo para os EUA e confiscou propriedades internacionais.

Kadafi começou a patrocinar e apoiar todos grupos, países e facções anti-americanas/israelenses de que tinha conhecimento, entre eles os Panteras Negras, o Fatah e alguns países do Oriente Médio, tentando dar continuidade ao trabalho de Nasser (Antigo líder egípcio), que tanto admirara. Inclusive Kadafi teve ligação direta com o massacre de Munique, que ocorreu durante a realização dos jogos Olímpicos no dia 5 de setembro de 1972, patrocinando e dando cobertura ao grupo que ficou conhecido como Setembro Negro. Onze atletas israelenses foram assassinados nesse episódio.
Após sua mulher e sua filha morrerem em um bombardeio americano a Trípoli, Kadafi se distanciou superficialmente de suas alianças com grupos terrorista.

Hoje a Europa é umas das grandes favorecidas pelo petróleo vindo da Líbia ,apesar das sanções americanas que foram abrandadas depois que o Líder mostrou-se arrependido pelos atos terroristas e de ter assumido vários deles. Hoje a Líbia é um dos grandes parceiros comerciais da Europa e principalmente da Itália.
A Líbia sempre que foi governada por essa ditadura e o mundo nunca interviu em nada, pois não queria perder sua parceria devido a grande produção petrolífera das terras de Kadafi, como a opinião mundial está contra o ditador Kadafia, as potências europeias e principalmente os EUA começam a afiar seus discursos contra o ditador, assim como ocorreu com o Egito, quando os EUA sempre aliado do Egito, simplesmente mudou de opinião depois da queda do ditador, tudo isso por interesses comerciais, assim como os EUA e as grandes potências capitalista da Europa, eles só apoiam quem faz  jus aos seus interesses para continuar lucrando cada vez mais.
A queda de Kadafi é uma questão de tempo, mais o futuro do pais é incerto, ninguém sabe qual vai ser a posição do pais e nem por quem será governado ainda.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cuba, Equador e Venezuela não são o Oriente

Che e Hugo Chavez
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, indicou nesta sexta-feira que protestos como os registrados em vários países árabes estão descartados em nações como Cuba, Equador e Venezuela porque seus povos se rebelaram há anos.
Chávez classificou de "desorientados" os que sugerem que estes fenômenos se repetirão na América Latina. "Que coisa, que na Venezuela, no Equador e em Cuba vá ocorrer algo! É que aqui já começou a acontecer. Há tempos estamos em rebelião e, como diz Fidel (Castro), estamos em rebelião revolucionária", disse Chávez.
O presidente venezuelano explicou que o que atualmente ocorre no Egito "se iniciou aqui há tempos" com o levante popular de fevereiro de 1989, conhecido como "Caracazo".
"No Egito está acontecendo o Caracazo, o despertar repentino de um povo. Vimos apenas o primeiro alvoroço. São eventos que marcam uma nova história no mundo inteiro", avaliou Chávez.
O líder venezuelano lembrou que falou sobre esta questão há alguns meses em Damasco com o presidente sírio, Bashar al-Assad, lhe dizendo que há 20 anos a América Latina estava adormecida e começou a despertar, e perguntou "por que não pode ocorrer o mesmo no mundo árabe?".
Chávez se referiu ao assunto durante uma conexão do canal estatal "Venezolana de Televisión" com o conselho de ministros realizado no palácio de Miraflores, sede do Governo.
Fonte: Solidários

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Um império contra um operário

A mídia, Globo na frente, não dá trégua ao ex-presidente

Nunca foram boas as relações entre a mídia brasileira e o torneiro mecânico Lula, desde que, nos anos 1970, ele emergiu no comando das jornadas sindicais no ABC paulista, onde estão algumas das empresas do moderno, mas ainda incipiente capitalismo brasileiro. Em consequência, quase natural, o operário não foi recebido com entusiasmo quando, após três fracassos, venceu a disputa para a Presidência da República, em 2002.
Os desentendimentos se sucederam entre o novo governo e o chamado “quarto poder” e culminaram com a crise de 2005 quando televisões, jornais, rádios e revistas viraram porta-vozes da oposição que se esforçava para apear Lula do poder. Inicialmente, com a tentativa de impeachment. Posteriormente, após esse processo que não chegou a se consumar, armou-se um “golpe branco” em forma de pressão para o presidente desistir da reeleição, em 2006.

Lula ganhou e, em 2010, fez o sucessor. No caso, sucessora. Dilma Rousseff sofreu quase todos os tipos de constrangimentos políticos. Ela tomou posse e, no dia seguinte, foi saudada por deselegante manchete do jornal O Globo, do Rio de Janeiro: “Lula elege Dilma e aliados preparam sua volta em 2014”.

A reportagem era um blefe político. Uma “cascata” no jargão jornalístico. O jornal O Globo, núcleo do império da família Marinho, tornou-se a ponta de lança da reação conservadora da mídia e adotou, desde a posse de Lula, um jornalismo de combate onde a maior vítima, como sempre ocorre nesses casos, é o fato. Sem o fato abre-se uma avenida para suspeitas versões.
O comportamento inicial da presidenta, mar­ca­do por discrição e austeridade, foi uma surpresa para todos. O Globo inclusive. Não há sinais de que seja uma capitulação ao poder dos donos da mídia com os quais Dilma tem travado discretos diálogos. Armou-se circunstancialmente um clima de armistício. Na prática, significou um fogo mais brando, a provocar um visível recuo de comentaristas que eram mais agressivos com Lula. Soltam, porém, elogios hesitantes por não saberem até onde poderão seguir.

Esse armistício se sustenta numa visão de que as situações não são iguais. Dilma não é Lula. É claro que há diferenças entre o governo de ontem e o de hoje. No entanto, o carimbo pessoal da presidenta na administração do País faz a imprensa engolir a propaganda de que ela era um “poste”. Essa contradição se aguça na sequência dessa história. Dilma passou a ser elogiada e Lula criticado.

Alguns casos, colhidos da primeira página de O Globo ao longo de uma semana, expressam o que ocorre, em geral, em toda a mídia:
  • Atos de Dilma afastam governo do estilo Lula (6/2) – críticas ao ex no elogio ao governo Dilma.
  • Por qué no te callas? (8/2) – crítica atribuída a um sindicalista, mantido no anonimato, sobre apoio de Lula ao salário mínimo proposto por Dilma.
  • A fatura da gastança eleitoral (10/2) – a respeito de despesas do governo Lula com suposta intenção eleitoral.
  • Dilma aposenta slogan de Lula (11/2) – sobre a frase “Brasil, um país de todos”.
  • Herança fiscal de Lula limita o começo do governo Dilma – (13/2) – crítica a Lula ao corte no Orçamento proposto por Dilma.
  • Ela recebe afagos e ele, pedradas. Procura-se, sem muito disfarce, cavar um fosso entre o ex e a presidenta. Situação que levou Lula, na festa de aniversário do PT, a reagir: “Minha relação com Dilma é indissociável”.

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