quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A questão do Egito, por Fidel Castro

Fidel Castro
Fonte: Solidários
Disse há vários dias que a sorte de Mubarak estava lançada e nem sequer Obama poderia salvá-lo. O mundo sabe o que acontece no Oriente Médio. As notícias circulam a velocidades vertiginosas. Os políticos correm atrás do tempo para ler os despachos que chegam de hora em hora. Todos estão conscientes da importância do que acontece ali.
Após 18 dias de uma dura batalha, o povo egípcio conquistou um objetivo importante: derrubar o principal aliado dos Estados Unidos no seio dos países árabes. Mubarak oprimia a saqueava seu próprio povo, era inimigo dos palestinos e cúmplice de Israel, a sexta potência nuclear do planeta, associada ao belicoso grupo da Otan.
As Forças Armadas do Egito, sob a direção de Gamal Abdel Nasser, havia lançado pela janela um rei submisso e criado a república que, com o apoio da União Soviética, defendeu sua pátria da invasão franco-britânica e israelense de 1956 e preservou a posse do Canal de Suez e a independência de sua nação milenar.
O Egito possui por isso um prestígio bastante elevado no Terceiro Mundo. Nasser era conhecido como um dos líderes mais destacado do Movimento de Países Não Alinhados, tendo participado de sua criação junto a outros conhecidos dirigentes da Ásia, África e Oceania, que lutavam pela libertação nacional e pela independência política e econômica das antigas colônias.
O Egito sempre gozou do apoio e do respeito de tal organização internacional, que reúne mais de cem países. Precisamente neste momento, o país preside o movimento pelo período que lhe corresponde de três anos. O apoio de muitos de seus membros à luta que seu povo realiza hoje não tardará a chegar.
Que significado tiveram os Acordos de Camp David e porque o heróico povo da Palestina defende de forma tão árdua seus direitos mais vitais?
Em Camp David — com a mediação do então presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter —, Anwar el Sadat, então presidente do Egito e o primeiro ministro de Israel Menahem Begin assinaram os famosos acordos entre o Egito e Israel.
Conta-se que participaram de conversações secretas durante 12 dias e em 17 de setembro de 1978 assinaram dois acordos importantes: um referido à paz entre Egito e Israel e outro relacionado com a criação de um território autônomo na Faixa de Gaza e Cisjordânia, onde Sadat pensava — e Israel conheci e compartilhava da ideia — que seria a sede do Estado Palestino, cuja existência, assim como a do Estado de Israel, a Organização das Nações Unidas determinou em 29 de novembro de 1947, no que era o então mandato britânico da Palestina.
Após árduas e complexas negociações, Israel aceitou retirar suas tropas do território egípcio do Sinai, embora tenha rechaçado categoricamente a participação naquela negociação de paz dos representantes da Palestina.
Como produto do primeiro acordo, no prazo de um ano Israel reintegrou o território do Sinai ao Egito, ocupado em uma das guerras árabe-israelenses.
Por causa do segundo, ambas as partes se comprometiam a negociar a criação do regime autônomo na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. A primeira compreendia um território de 5.640 quilômetros quadrados e 2,1 milhões de habitantes. A segunda, 360 km² e 1,5 milhão de habitantes.
Os países árabes se indignaram com aquele acordo que, como julgavam, o Egito não tinha defendido com suficiente firmeza e energia um Estado Palestino, cujo direito a existir havia sido centro as lutas livradas durante décadas pelos estados árabes.
A reação foi tão indignada que chegou ao extremo de romperem relações com o Egito. Dessa forma, a Resolução das Nações Unidas de novembro de 1947 foi apagada do mapa. A entidade autônoma jamais foi criada e assim se privava aos palestinos do direito de existir como estado independente, do qual se deriva a interminável tragédia que se vive e que deveria ter sido solucionada há mais de três décadas.
A população árabe da Palestina é vítima de ações genocidas: as suas terras são roubadas ou, nas regiões desérticas, privadas de água e as casas são destruídas com escavadeiras. Na faixa de Gaza, um milhão e meio de pessoas são sistematicamente atacadas com projéteis explosivos, fósforo e as conhecidas granadas de fragmentação. O território da Faixa de Gaza está bloqueado por terra, ar e mar. Por que se fala tanto dos acordos de Camp David e não se menciona a Palestina?
Os Estados Unidos fornecem anualmente os armamentos mais modernos e sofisticados para Israel, pelo valor de bilhões de dólares. O Egito, um país árabe, foi convertido no segundo receptor de armas americanas. Para lutar contra quem? Contra outro país árabe? Contra o próprio povo egípcio?
Quando a população exigia respeito por seus direitos mais elementares e a renúncia de um presidente cuja política consistia em explorar e saquear seu próprio povo, as forças repressoras treinadas pelos Estados Unidos não vacilaram em disparar contra ela, matando centenas de pessoas e ferindo milhares.
Quando o povo egípcio esperava explicações do governo de seu próprio país, as respostas vinham de altos funcionários dos órgãos de inteligência ou do governo dos Estados Unidos, sem respeito algum para com os funcionários egípcios.
Por acaso os dirigentes dos Estados Unidos e seus órgãos de inteligência não conheciam uma só palavra dos colossais roubos do governo de Mubarak?
Antes de que o povo protestasse em massa na praça Tahrir, nem os funcionários do governo, nem os órgãos de inteligência dos Estados Unidos diziam uma só palavra sobre os privilégios e roubos descarados de bilhões de dólares.
Seria um erro imaginar que o movimento popular revolucionário no Egito obedece teoricamente a uma reação contra as violações de seus direitos mais elementares. Os povos não desafiam a repressão e a morte nem permanecem noites inteiras protestando com energia por questões simplesmente formais. Eles fazem isso quando seus direitos legais e materiais são sacrificados sem piedade de acordo com as exigências insaciáveis de políticos corruptos e dos círculos nacionais e internacionais que saqueiam o país.
O índice de pobreza afetava a imensa maioria de um povo combativo, jovem e patriótico, agredido em sua dignidade, sua cultura e suas crenças.
Como poderiam ser conciliadas o aumento incessante dos preços dos alimentos com as dezenas de bilhões de dólares que são atribuídos ao presidente Mubarak, aos setores privilegiados do governo e da sociedade?
Não basta agora que sejam conhecidos os números da fortuna, é necessário exigir que ela seja devolvida ao país.
Obama está afetado pelos acontecimentos egípcios, age ou parece agir como dono do planeta. A questão do Egito parece ser assunto seu. Não para de falar com líderes de outros países.
A agência efe, por exemplo, informa: “... falou com o primeiro ministro britânico, David Cameron; o rei Abdalá II da Jordânia e com o premiê turco, Recep Tayyip Erdogan, islâmico moderado".
"... o governante dos Estados Unidos avaliou a 'mudança histórica' que impeliu os egípcios e reafirmou sua admiração pelos seus esforços...".
A principal agência de informação americana, AP, transmite declarações dignas de atenção:
"Os Estados Unidos pede governantes no Oriente Médio com inclinação ocidental, amistosos com Israel e dispostos a cooperar com a luta contra o extremismo islâmico, ao mesmo tempo que protejam os direitos humanos".
"…Barack Obama defende uma lista de requisitos ideais impossíveis de satisfazer após a queda dos aliados de Washington no Egito e na Tunísia em revoltas populares que, segundo especialistas, se propagarão na região".
"Não existe perfil com esse currículo de sonho e é muito difícil que apareça um pronto. Em parte se deve a que, nos últimos 40 anos, os Estados Unidos sacrificaram os ideais nobres dos direitos humanos, que tanto defendem, em troca da estabilidade, a continuidade e o petróleo em uma das regiões mais voláteis do mundo".
" 'O Egito não voltará a ser o mesmo', disse Obama na última sexta-feira, depois que celebrou a saída de Hosni Mubarak".
"Mediante seus protestos pacíficos, os egípcios 'transformaram seu país e o mundo'", disse Obama.
"Enquanto ainda persiste o nervosismo entre vários governos árabes, as elites encasteladas no Egito e na Tunísia não deram sinais de que estejam dispostas a ceder poder nem a vasta influência econômica que tiveram".
"O governo de Obama insistiu que a mudança não deveria ser de 'personalidades'. O governo americano tomou essa posição desde que o presidente Zine el Abidine Ben Ali fugiu em janeiro de Túnis, um dia depois que a secretária de Estado, Hillary Rodham Clinton, advertisse os governantes árabes em um discurso no Catar que sem uma reforma, os alicerces de seus países 'afundariam na areia'".
As pessoas não se mostraram muito dóceis na Praça Tahrir.
A Europa Press narra:"Milhares de manifestantes chegaram à praça Tahrir, o epicentro das mobilizações que provocaram a renúncia do presidente do país, Hosni Mubarak, para reforçar os que continuam no local, apesar das tentativas da Polícia Militar de desalojá-las, segundo informou a cadeia britânica BBC."
"O correspondente da BBC que estava na praça cairota assegurou que o Exército está demonstrando indecisão diante da chegada de novos manifestantes..."
"O 'núcleo duro' (...) está situado em uma das esquinas da praça. (...) decidiram permanecer na Tahrir (...) para assegurar-se que todas as suas exigências sejam cumpridas".
Independente do que ocorra com o Egito, um dos problemas mais graves que enfrenta o imperialismo nesse instante é o déficit de cereais, que abordei na Reflexão de 19 de janeiro.
Os Estados Unidos emprega uma parte importante do milho que cultiva e um alto índice de sua colheita de soja para a produção de biocombustíveis. A Europa, por sua vez, emprega milhões de hectares de terra com essa finalidade.
Por outro lado, como consequência da mudança climática originada fundamentalmente pelos países desenvolvidos e ricos, está se criando um déficit de água doce e alimentos incompatível com o crescimento da população, a um ritmo que a conduziria a 9 bilhões de habitantes em apenas 30 anos, sem que a Organização das Nações Unidas e os governos mais influentes do planeta, depois das fracassadas reuniões de Copenhague e Cancun, tenham advertido e informado o mundo dessa situação.
Apoiamos o povo egípcio e sua valente luta por seus direitos políticos e pela justiça social.
Não estamos contra o povo de Israel, estamos contra o genocídio do povo palestino e a favor de seu direito a um Estado Independente.
Não somos a favor da guerra, mas sim a favor da paz entre todos os povos.


Fidel Castro Ruz, Havana, 21h14 de 13 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A China já é a segunda potência econômica do planeta


O Japão declarou que a China ultrapassou sua economia, de acordo com o PIB (Produto Interno Bruto). Em 2010 o PIB japonês foi de 3,9%, enquanto a China cresceu à 10,3%, com toda essa diferença no crescimento a China ultrapassou o Japão e se tornou a segunda maior economia do planeta em 2011.

O Comunismo Chinês
 Apesar da China ser um país Comunista, vem adotanto algumas medias capitalista em seu território, favorecendo e muito em seu crescimento economico. Graças  as ZEE ( Zonas de Economias Especiais), que são áreas restritas pelo governo Comunista da China onde empresas multinacionais podem se instalar e empregar a popupalçao chinesa ociosa, isso vem sendo muito rentável não só para China, que em troca passa a ser aceita como economia de mercado, como também para empresas multinacionais que lucrão com a baixa renueração da mão de obra.

EUA
Segundo especialistas a China pode ultrapassar dentre os próximos 10 anos os EUA, e se tornar a maior potências economica do Planeta, parece ironia do destino que depois da queda da URSS (União das Republicas Socialista Soviética), que um país Comunista possa chegar ao topo da economia Global, apesar do comunismo Chinês ter suas peculiaridades, bem diferente do comunismo soviético e longe do comunismo marxista.

Potência Comunista
O que esperamos com todo esse crescimento economico é que esse PIB, possa ser divido de forma mais igualitária com a população ou seja aumento da renta per capita, pois como já sabemos a China é o país mais populoso do mundo, e no dia que todo esse crescimento atingir toda esfera populacional eu vou poder dizer que a China é a maior potência Comunista do planeta.


Publicado por Sandrodavidovitch

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O Fim da era Mubarak no Egito por Sandrodavidovitch


Praça Tahrir
 Enfim depois de muita pressão popular o Presidente e agora ex presidente Mubarak renunciou ao cargo, depois que a população aumentou a pressão nas ruas, principalmente depois do seu discurso onde dizia que só iria deixar o poder em Setembro, depois das eleições. Mais o povo egpicio  fez valer a sua vontade e ousadia de ir as ruas e lutar pelos seus direitos até conseguir tirar o presidente que governava o Egito por mais de trinta anos, que renunciou ontem (11), de acordo com o seu vice em rede nacional, para à alegria do povo que ocupava a praça Tahirir, que comemorarm muito pela comquista. O exercito vai comandar o poder até ser realizado eleições diretas para eleger o novo presidente eleito pelo povo egipicio. EUA e Israel podem sofrer grandes consequências desse ato politico e histórico comquistado pelo povo.

OBAMA


Obama e seu aliado Mubarak

O presidente dos EUA Obama, que sempre defendeu o regime do Egito e nunca pronunciou contra Mubarak, depois de ver o seu companheiro ser rechaçado pela população, tratou logo de mudar o tom do discurso na Casa Branca, o que era aliado ele passou a tratar como opositor, para assim agradar a população do Egito e manter aliança com o novo governo do país. Mais até Obama sabe que não vai ser tão simples assim, a populçao egípcia quer mudança, e não quer continuar na mesma condição de antes, ou seja manter aliança com os EUA. Dificilmente os EUA teram as mesma alinças com o novo governo egipcio como era na epoca de Mubarak, onde EUA e Egito andavam de mãos dadas.

ISRAEL


O governo de Israel também está temendo o futuro do seu vizinho de grande maioria mulçumana. Dessa forma o Egito dificilmemte ira fazer algum tipo de acordo com os Judeus, prevalêncendo  a esperança de uma ajuda para a Palestina, o que  futuramente pode acarretar em uma área de grande tensão entre o Egito e Israel, pois se o Egito tomar partido pela Palestina, Israel vai se ver cercada por vizinhos contrários as suas atitudes diante do povo palestino, pois essa região já tem países como Irã, Libano e Síria que são contraria a invasão de Israel em terras palestinas.

Muita coisa pode acontecer devido a esse fato que entrou pra história, onde o povo mostrou que são eles que fazem o governo de  um pais.

Parabens Egito
Pela lição que seu povo deu ao mundo
Viva a Revolução!!!!
Sandrodavidovitch







sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

País rico é país sem pobreza



Dilma em seu primeiro discurso em rede nacional reafirma seu compromisso com a educação e lança a nova logomarca do governo Federal que traz a frase: País rico é país sem pobreza.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Entrevista com Humberto Gessinger




SUCESSO e-mailing - Quem sugeriu a criação do duo Pouca Vogal e como foi criada
a identidade musical da banda?

Humberto Gessinger - Eu tinha a ideia de trabalhar com um power-duo faz muito tempo.
Demorou para encontrar o cara certo e para que nossas bandas dessem um tempo
nas suas agendas para colocar o projeto na estrada. A proposta é levar aos limites
as possibilidades de dois caras no palco, sem usar trilhas pré-gravadas. Duca, ao
mesmo tempo em que toca violão, faz percussão com os pés. Eu tenho um
teclado especial para tocar com os pés enquanto toco viola caipira ou violão.
Além disso, tem guitarra, harmônicas, piano. É uma sonoridade bem rica,
que surpreende o público. Um show como as pessoas nunca viram.

SUCESSO e-mailing - O PV é um projeto que alcança apenas fãs do Cidadão Quem
e Engenheiros ou ele tem um público diferenciado?

Humberto Gessinger - Sem dúvida, os fãs das bandas foram os primeiros a chegar,
mas já está se formando um público específico do Pouca Vogal.

SUCESSO e-mailing - Por que optaram por se apresentar como "One Man Band",
em vez de fazer um show com uma grande banda, já que vocês utilizam instrumentos
diferenciados nas apresentações?

Humberto Gessinger - No Pouca Vogal a forma é inseparável do conteúdo. Tão importante
quanto as canções é a forma como as estamos tocando. Se fosse para continuar com a
mesma formação, seria melhor seguir com as bandas.

SUCESSO e-mailing - Com esse formato mais intimista, em que tipo de casa vocês
se apresentam?

Humberto Gessinger - Eu pensei que rolaria mais em teatros, mas logo no início tivemos
experiências legais em grandes festivais como o Planeta Atlântida e no sambódromo de
Manaus. O show foi muito bem neste tipo de evento. Em muitas cidades estou tocando
nos mesmos espaços em que tocava com Engenheiros do Hawaii.

SUCESSO e-mailing - Apesar de ser um projeto, o Pouca Vogal já está na ativa
há três anos. Quanto tempo mais pretendem excursionar?

Humberto Gessinger - Não temos data programada para interromper o projeto.
Seria legal gravar outro DVD registrando o amadurecimento do Pouca Vogal antes.

SUCESSO e-mailing - O Pouca Vogal já excursionou ou pretende tocar no exterior?

Humberto Gessinger - Ainda não saímos do Brasil, mas seria um prazer.

SUCESSO e-mailing - Quando a dupla der uma parada, você pretende lançar
um novo disco de inéditas dos Engenheiros?

Humberto Gessinger - Tenho várias canções novas e é bem provável que retorne
de onde parei, mas ainda não tenho planos objetivos. É possível que Engenheiros do
Hawaii
e Pouca Vogal sigam em paralelo. Sinceramente, no momento, estou 100% focado no
Pouca Vogal. Agora estamos começando a sair mais do Rio Grande, temos muita
estrada pela frente.

SUCESSO e-mailing - Acredita que falte ousadia para o rock nacional feito atualmente?

Humberto Gessinger - São tempos diferentes, não só em relação à música. Não gosto
de criticar as novas gerações, não sei que tipo de pedras eles estão encontrando pelo
caminho.

SUCESSO e-mailing - Como vocês enxergam o papel de uma gravadora na consolidação
de uma carreira nos dias de hoje: necessária, desnecessária ou apenas uma parceira
que pode ser bem utilizada principalmente em distribuição de discos?

Humberto Gessinger - O legal dos tempos atuais é que há várias formas de se
realizar um projeto. Gravadora pode ajudar, mas já não é o único caminho.
Fizemos o Pouca Vogal de forma independente, só depois rolou a parceria com a
Som Livre.

SUCESSO e-mailing - O DVD da banda serviu mais como registro ou o volume de
vendas foi satisfatório?

Humberto Gessinger - Satisfez das duas formas. O objetivo inicial era fazer com que
as pessoas se familiarizassem com um formato inédito, completamente novo.
A venda foi uma consequência disso e me surpreendeu positivamente.

SUCESSO e-mailing - Foram criadas algumas outras estratégias de marketing
para lucrar com a marca Pouca Vogal, como venda de produtos relacionados à banda?

Humberto Gessinger - Temos uma parceria com a Stereophonica
(www.stereophonica.com.br), que vende camisetas, canecas, bandanas e outros
produtos, além de nossos discos e livros. Eles têm nos acompanhado na estrada.

SUCESSO e-mailing - Apesar de algumas bandas mais novas terem atingido sucesso
em nível nacional, o rock gaúcho ainda hoje sofre certo boicote por parte da mídia
paulista. Como vocês enxergam esse bairrismo atrasado por parte dos jornalistas?

Humberto Gessinger -É, estas coisas acontecem. No caso dos Engenheiros do Hawaii,
analisando em retrospectiva, até foi bom: acabou nos fortalecendo e criando uma relação
mais próxima com os fãs.

SUCESSO e-mailing - Humberto, como você enxerga o sucesso dos Engenheiros, que
mesmo tendo surgido na década de 1980 e sem ter se rendido aos modismos das épocas
pelas quais passou, sempre teve seu público renovado?

Humberto Gessinger - É um público muito fiel e que já cobre algumas gerações.
Acho bacana também que seja um público distribuído por todas as regiões do
Brasil. Não gosto de vê-los como consumidores, assim como não gosto de pensar
que eu sou um produto. Talvez esteja aí a chave desta parceria artista/público: música
em primeiro lugar. Em 2010 lancei o livro "Pra Ser Sincero", em 2011 lanço
o "Mapas do Acaso". Nas sessões de autógrafo, tenho tido um contato
mais próximo com os fãs e fico muito emocionado com o carinho. E muito orgulhoso,
também. Assim como se conhece a árvore pelos frutos, se conhece um artista, além da
obra, pelos fãs.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Projeto de lei do Senado nº480

Senador Cristovam Buarque
Uma ideia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil..
Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Big Globo Brasil



BIG BROTHER BRASIL
                        (Luiz Fernando Veríssimo)

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB),
produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos
chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do
BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser
difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho
atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu
fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente
pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas,
heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por
Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que
quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou
heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um
“zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem
variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor
como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se
submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que
recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do
humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da
cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro
repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio
de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de
heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros:
profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os
professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis
que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação,
competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por
dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo
santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas
porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas
contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em
outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não
acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores,
nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo,
o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos
como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender
o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio
Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem
a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a
Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir:
oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a
programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de
muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000
computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e
indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana
ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ler a Bíblia, orar, meditar,
passear com os filhos, ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música...,
cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os
avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou
simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de
dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi
construída nossa sociedade.
Um abismo chama outro abismo!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O anjo mais velho - O teatro Mágico




O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar

Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Fotos das campanhas vitóriosas de Lula

A exposição virtual e física está entre as atividades que marcam os 31 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores, comemorados no próximo dia 10. As fotos são de Ricardo Stuckert que acompanhou Lula durante as duas campanhas e respectivos governos. (Ricardo Weg – Portal do PT).

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A questão do Egito por Sandrodavidovitch

Bandeira do Egito

A questão Egípcia tem algo mais do que apenas uma questão política interna. O governo de Murabak tem fortes ligações com os EUA, que tem acordos com Israel também. Essa revolta popular, que atingiu boa parte da população e que está obrigando o presidente do Egito a renunciar mais cedo ou mais tarde, pode trazer transformações consideráveis para a região, principalmente em relação a Israel. Por ser um país mulçumano o Egito pode ter um governo com tendências pró palestina, levando mais instabilidade entre o possível novo governo do Egito e Israel.

Mapa da região entre o
Egito e Israel
Israel e os EUA já declaram apoio ao presidente Murabak, mas a população egípcia não se intimida e cada vez mais pessoas vão às ruas pedirem a renúncia de Mubarak. O presidente declarou que vai renunciar em Setembro, mas isso ainda não acalmou os ânimos da população que quer a renúncia imediata de Murabak. Até o exército declarou apoio à população e não vem intervindo nos protestos que ocorrem principalmente em Cairo e Alexandria. O Egito, por fazer fronteira com Israel, pode ter fortes tensões se o futuro governo for pró Palestina. O Egito seria um grande aliado para acabar com a opressão do povo palestino sofrida pelos judeus na região da faixa de gaza e da Cisjordânia.

O primeiro mês de Dilma


Oito discursos ou entrevistas, quatro cidades visitadas, uma viagem internacional, uma reunião ministerial, 24 conversas com ministros, dois governadores recebidos no Palácio do Planalto. Uma análise da agenda presidencial dos primeiros trinta dias aumenta a impressão de uma chefe de Estado com estilo discreto e uma grande preocupação com a articulação política.
Via de regra, é normal que um novo presidente passe as primeiras semanas de governo promovendo articulações com partidos da base aliada, indicando prioridades e analisando em que situação recebe o controle do país. A deputada federal eleita Benedita da Silva (PT-SP) acredita que o recolhimento de Dilma, com poucas aparições públicas, diz respeito à discussão sobre nomeações para cargos de escalões inferiores e à necessidade de mostrar aos ministros como se deseja que funcione o governo. “Precisa de bastante atenção para azeitar a máquina e, então, pode colocar a cara mesmo. Está fazendo direitinho.”

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Nossa falsa liberdade

Todo mundo enche a boca pra dizer que vivemos em  um país livre, que vivemos em plena liberdade. Mais essa liberdade ou falsa liberdade em que vivemos tem um preço, ou seja, compramos nossa liberdade. Pois basta o nosso dinheiro acabar  que a nossa liberdade vai junto.Experimenta ficar sem dinheiro, pra você ver  se nem acesso a transporte você tem, e experimenta atrasar a conta de água ou de luz para você ver o que acontece...Te pergunto como uma pessoa desempregada vai procurar emprego com uma passagem de ônibus que custa R$3,10. Pois é essa a nossa liberdade. E ainda dizem que em Cuba não tem Liberdade, será que eles não têm liberdade ou nós que estamos escravos do capital?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Parabéns São Paulo - Sampa no walkman

Apesar da grandeza São Paulo vem de administrações medíocres do PSBD, que o povo Paulista olhe para o futuro da cidade com um olhar critico e tire esses maus administradores do Poder...
Parabéns São Paulo pelos 457 anos..
Essa música é a minha homenagem para a maior cidade do Brasil.
Palavra de Geógrafo :)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sistema de prevenção e alerta começa a funcionar no proximo verão.

Fernando Bezerra e Aluizio Mercadante
A equipe de ministros da presidenta Dilma, formada por Aluizio Mercadante (Ciência e Tecnologia), Fernando Bezerra Coelho ( Integração nacional), Nelson Jobim (Defesa), José Eduardo Cardozo (Justiça), Antonio Palocci (Casa Civil) e Alexandre Padilha ( Saúde), definiram a instalação de um sistema de prevenção, para as áreas de risco de um supercomputador, que estará a disposição do governo, para indicar possíveis mudanças no tempo e para avisar a tempo a população para evitar ou diminuir o número de acidentes, como os ocorridos na região serrana do rio e em São Paulo.
 Mercadante disse que um supercomputador à disposição do governo terá condições de promover levantamento da incidência de chuvas numa área de até cinco quilômetros — atualmente os equipamentos disponíveis verificavam num espaço de 20 quilômetros — o que aumentará a taxa de acerto de previsões.
 Segundo Mercadante existem cerca de de 500 áreas de deslizamentos e cerca de 300 áreas de inundações, que segundo o ministro 58% doas acidentes são causados por inundações e 11% por deslizamento de terra, esse supercomputador ira fazer o monitoramento detalhado dessas áreas para evitar possíveis acidentes futuramente.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A rotina presidencial


Por: Sergio Lirio
Dilma tem chegado ao Planalto por volta das 9 da manhã. Antes, na Granja do Torto, onde vive provisoriamente com a mãe, Dilma Jane, enquanto Lula desocupa o Palácio da Alvorada, caminha e lê os jornais. Entre as 9 e as 10 da manhã despacha com os assessores mais próximos: Giles de Azevedo, seu chefe de gabinete, e os ministros Helena Chagas, da Secretaria da Comunicação, e Antonio Palocci, da Casa Civil. É a hora de discutir o noticiário e preparar a agenda do dia.

E haja assunto. Em cinco dias, Dilma teve de lidar com a insaciável fome do PMDB, em disputa por espaço com o PT, e o conhecido jogo dos mercados financeiros, disposto a testar a credibilidade da equipe econômica logo nas primeiras horas. Nada tirou seu bom humor até agora, exceto as declarações do general José Elito Siqueira, do Gabinete de Segurança Institucional (reportagem à pág. 34). Em sua posse, instigado por um repórter da Folha de S.Paulo, disse que o Brasil não precisaria se envergonhar por ainda existirem desaparecidos políticos da época da ditadura. Em consequência, entra para a história como o primeiro ministro a receber uma reprimenda da presidenta. Siqueira pediu desculpas e disse ter sido mal interpretado.
A presidenta optou, na primeira semana, por almoçar no Planalto, mas não fez do momento um horário de trabalho. Não há uma dieta especial – ela tem tentado compensar os quilos ganhos durante a campanha com as caminhadas matutinas. Além de Palocci e Helena Chagas, os ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Míriam Belchior, do Planejamento, são figuras constantes em seu gabinete. Sua jornada de trabalho normalmente se estende até as 9 da noite. Uma de suas obsessões é a pontualidade, tanto que ordenou a instalação de um relógio de parede no gabinete, com fundo branco e números pretos para facilitar a visualização e controlar o horário das reuniões.
Ela fez questão de acompanhar as negociações com os peemedebistas, mas manteve certo distanciamento. Quem assumiu a linha de frente foram Palocci, conselheiro-mor, e Luiz Sérgio Nóbrega, das Relações Institucionais. Para conter os ímpetos, decidiu-se que a maior parte dos cargos de segundo escalão só será negociada após a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado, em fevereiro. O PT quer eleger Marco Maia, do Rio Grande do Sul, para a presidência da Câmara. O PMDB pretende manter José Sarney à frente do Senado. Dilma fez questão, porém, de nomear Wagner Pinheiro, ex-presidente do fundo de pensão Petros, para a presidência dos Correios (reportagem à pág. 38), sinal de que pretende ser pouco tolerante com desvios éticos. Os Correios foram o principal foco de denúncias de corrupção no governo Lula e eram controlados pelo PMDB.
Na política externa, Dilma preferiu seguir os passos de Lula. A presidente decidiu não comparecer ao seminário de Davos, na Suíca, que todo janeiro invernal reúne líderes políticos e empresariais do hemisfério norte. Sua primeira viagem internacional será à Argentina de Cristina Kirchner, para reforçar os laços do Mercosul.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A posse da nossa "Presidenta"







A Posse na nossa Gloriosa presidenta Dilma, apesar da forte chuva pude acompanhar toda a movimentação desse grande dia para a nossa nação, pois a política move nossas vidas querendo ou não.
O fato de acompanhar a posse e mostrar de perto toda a importância desse dia para a nação, e para todos que acompanham meu blog e mostrar a importância desse evento, isso me faz satisfeito pelo fato de ter saido de Recife para mostrar esse evento para todos vocês.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Em paz - Feliz 2011



Um Feliz 2011, pra todos que acompanham esse comunista que acredita em um mundo melhor.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Lista completa dos ministro de Dilma

Lista completa dos Ministros da presidenta Dilma
Confira a divisão por partidos e veja os perfis:


PT

- Alexandre Padilha (PT) - Ministério da Saúde

- Fernando Pimentel (PT) - Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

- Fernando Haddad (PT) - Educação

- Aloizio Mercadante (PT) - Ciência e Tecnologia

- Ideli Salvatti (PT-SC) - Ministério da Pesca

- Maria do Rosário (PT-RS) - Secretaria de Direitos Humanos

- Paulo Bernardo (PT-PR) - Ministério das Comunicações

- Antonio Palocci (PT-SP) - Casa Civil da Presidência

- Gilberto Carvalho (PT-SP) - Secretaria-Geral da Presidência

- José Eduardo Cardozo (PT-SP) - Ministério da Justiça

- Guido Mantega (PT-SP) - Ministério da Fazenda

- Miriam Belchior (PT-SP) - Ministério do Planejamento

- Luiza Helena de Bairros (PT) - Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial

- Tereza Campello (PT) - Ministério do Desenvolvimento Social

- Luiz Sérgio (PT-RJ) - Secretaria de Relações Institucionais

- Afonso Bandeira Florence (PT-BA) - Desenvolvimento Agrário

- Iriny Lopes (PT-ES) - Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres


PMDB

- Nelson Jobim (PMDB) - Ministério da Defesa

- Edison Lobão (PMDB-MA) - Ministério das Minas e Energia

- Wagner Rossi (PMDB-SP) - Ministério da Agricultura

- Pedro Novais (PMDB-MA) - Ministério do Turismo

- Garibaldi Alves (PMDB-RN) - Ministério da Previdência

- Moreira Franco (PMDB-RJ) - Secretaria de Assuntos Estratégicos


PSB

- Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) - Integração Nacional

- Leônidas Cristino (PSB) - Secretaria Especial de Portos


PDT

- Carlos Lupi (PDT) - Trabalho


PR

- Alfredo Nascimento (PR-AM) - Ministério dos Transportes


PP

- Mário Negromonte (PP) - Ministério das Cidades


PC do B

- Orlando Silva Jr. (PC do B) - Ministério dos Esportes


Sem partido

- Izabella Teixeira - Meio Ambiente

- Ana de Hollanda - Ministério da Cultura

- Helena Chagas - Secretaria de Comunicação Social

- Alexandre Tombini - presidência do Banco Central

- Luís Inácio de Lucena Adams - Advocacia Geral da União (AGU)

- Antonio Patriota - Relações Exteriores

- General José Elito Carvalho - Gabinete de Segurança Institucional

- Jorge Hage - Controladoria-Geral da União (CGU)
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