Indicadores selecionados da economia brasileira, 2002-2007 | ||||||
2002 | 2003 | 2004 | 2005 | 2006 1 | 2007 2 | |
Dados básicos da economia | ||||||
PIB nominal (US$ bilhões) | 460 | 507 | 603 | 794 | 925 | 932 |
Crescimento real do PIB % | 1,9 | 0,5 | 4,9 | 2,3 | 3,0 | 3,0 |
Cresc. PIB agropecuário % | 5,5 | 4,5 | 5,3 | 0,8 | 4,5 | 3,0 |
Cresc. PIB industrial % | 2,6 | 0,1 | 6,2 | 2,5 | 4,5 | 3,0 |
Cresc. PIB serviços % | 1,6 | 0,6 | 3,3 | 2,0 | 2,2 | 2,7 |
Inflação IPCA-IBGE | 12,5 | 9,3 | 7,6 | 5,7 | 4,2 | 4,2 |
Inflação IGP-DI FGV | 26,4 | 7,7 | 12,1 | 1,5 | 4,8 | 4,8 |
Juros básicos em dezembro | 25,0 | 16,5 | 17,8 | 18,0 | 14,5 | 13,0 |
Juros básicos – média anual | 19,2 | 23,3 | 16,4 | 19,1 | 15,4 | 13,7 |
Desemprego (% da PEA) | 11,7 | 12,3 | 11,5 | 9,8 | 9,3 | 8,9 |
Preço cesta básica (%) 3 | 31,7 | 3,0 | 1,3 | -2,4 | -- | -- |
Receitas de impostos (bi. R$) | 243,0 | 273,4 | 322,6 | 364,1 | -- | -- |
Despesas governo (bi. R$) | 232,2 | 257,1 | 302,7 | 351,9 | -- | -- |
Déficit Previdência (%PIB) | 1,26 | 1,70 | 1,81 | 1,93 | -- | -- |
Dívida pública (bilhões R$) | 623,2 | 731,4 | 810,3 | 979,7 | -- | -- |
Dívida pública 4 (% PIB) | 55,5 | 57,2 | 51,7 | 51,4 | 50,0 | 48,6 |
Juros sobre dívida púb. (bi R$) | 148,9 | 165,4 | 137,0 | 157,1 | -- | -- |
Pagamento Juros (% PIB) | 8,47 | 9,33 | 7,26 | 8,13 | -- | -- |
Superávit primário (% PIB) | 3,89 | 4,25 | 4,59 | 4,84 | 4,40 | 4,40 |
Déficit nominal (% PIB) | 4,58 | 5,08 | 2,67 | 3,29 | -- | -- |
Investimentos públicos (% PIB) | 0,91 | 0,34 | 0,51 | 0,53 | -- | -- |
Setor externo | ||||||
Taxa de câmbio dezembro | 3,53 | 2,89 | 2,65 | 2,20 | 2,30 | 2,50 |
Taxa de câmbio média no ano | 2,93 | 3,07 | 2,93 | 2,43 | 2,25 | 2,40 |
Exportações bens (US$ bilhões) | 60,4 | 73,1 | 96,5 | 118,3 | 124 | 126,5 |
Importações bens (US$ bilhões) | 47,2 | 48,3 | 62,8 | 73,5 | 85 | 95,5 |
Saldo balança comercial | 13,2 | 24,8 | 33,7 | 44,7 | 39 | 31 |
Transações correntes (% PIB) | -1,7 | 0.8 | 1,9 | 1,8 | 1,6 | 0,2 |
Investim. Direto Estr. (US$ bi) | 16,6 | 10,1 | 18,2 | 15,2 | 15,5 | 15,9 |
Dívida externa (% do PIB) | 45,9 | 42,4 | 33,3 | 22,8 | 17,9 | 16,1 |
Dív. Externa/Export. bens (%) | 349 | 294,1 | 208,7 | 153,7 | 133,8 | 118,7 |
Reservas int. brutas (US$ bilh.) | 37,8 | 49,3 | 52,9 | 68,7 | 81,7 | 87,1 |
Reservas int. líquidas (US$ bilh) | 16,3 | 20,5 | 27,5 | 54,9 | 74,4 | 86,4 |
Fontes: IBGE, Banco Central, IPEA; estimativas e previsões de consultorias diversas. Notas: 1 = alguns dados de 2006 ainda são estimativas; 2 = previsões ; 3 = variação do preço da cesta básica em relação ao ano anterior; 4 = dívida líquida do setor público;. | ||||||
sábado, 25 de dezembro de 2010
Balanço do governo Lula 2002 - 2007
As vezes os números falam mais que palavras....
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Engenheiros do Hawaii - "Alça de Mira"
Um dia ela passa
Não se pode evitar
Sua vida inteira
Um filme no ar
Não se pode evitar
Sua vida inteira
Um filme no ar
Passou, nem viu
Parou, pediu a saidera
Já na beira do abismo
Não passou recibo
Até mais, passou batido
Parou, pediu a saidera
Já na beira do abismo
Não passou recibo
Até mais, passou batido
Saiu do ar, ficou no ápice
Segunda-feira vida inteira
Ainda estava lá
Segunda-feira vida inteira
Ainda estava lá
E ela não viu
O que se passava ao seu redor
A todo momento
Na lente de aumento
Numa vitrine, um outdoor
O que se passava ao seu redor
A todo momento
Na lente de aumento
Numa vitrine, um outdoor
Ela não viu
O imã na porta da geladeira
O imã na porta da geladeira
Alça de mira
Uma bandeira
Na sua cara a vida inteira
Uma bandeira
Na sua cara a vida inteira
De uma hora pra outra
De pernas pro ar
Sua vida inteira não estava mais lá
De pernas pro ar
Sua vida inteira não estava mais lá
Cadê, sumiu?
Passou.. nem viu
Era a cegueira já na beira do abismo
Passou.. nem viu
Era a cegueira já na beira do abismo
Ela não viu
O que se passava ao seu redor
A todo momento
A lente de aumento
Uma vitrine, um outdoor
O que se passava ao seu redor
A todo momento
A lente de aumento
Uma vitrine, um outdoor
Ela não viu
O imã na porta da geladeira
Alça de mira
Uma bandeira
Na sua cara a vida inteira
O imã na porta da geladeira
Alça de mira
Uma bandeira
Na sua cara a vida inteira
Ali na sua frente, como um vampiro
Na frente do espelho
Na frente do espelho
Ela não viu
O que se passava ao seu redor
Ela não viu
Uma vitrine, um outdoor
Ela não viu
Um imã na porta da geladeira
Alça de mira
Uma bandeira
Tava na cara e ela não viu
Um imã na porta da geladeira
Alça de mira
Uma bandeira
Tava na cara e ela não viu
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Os nomes cotados de Dilma
![]() |
| Dilma e Palloci |
Alguns nomes já são dados como certos no novo ministérios de Dilma, alguns são novidades outros apenas vão trocar as pastas ministeriais. Sérgio Côrtes deve deixar a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro para ser ministro da Saúde. Ele foi indicado pelo governador Sergio Cabral, do PMDB.
Os outros ministros trocam de lugar, mas continuam na Esplanada. De acordo com fontes ligadas à equipe de transição, o senador Aloysio Mercadante sai do Congresso para assumir o Ministério de Ciência e Tecnologia. Isabella Teixeira fica onde está. Em abril, ela assumiu o Ministério do Meio Ambiente no lugar de Carlos Minc e deve ser a segunda mulher no equipe de Dilma Rousseff.
Paulo Bernardo, do PT, deixa o Ministério do Planejamento e deve comandar o das Comunicações, hoje nas mãos do PMDB. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, já aceitou o convite para continuar na pasta.
O deputado federal Antonio Palloci, um dos coordenadores da equipe de transição, deve ir para o Palácio do Planalto, como ministro da Casa Civil. E o chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, continua no Planalto. Deve assumir a Secretaria-Geral da Presidência.
Entre os outros nomes já confirmados, estão: Guido Mantega, que permanece no Ministério da Fazenda; Miriam Belchior que vai assumir o Planejamento; e Alexandre Tombini, futuro presidente do Banco Central.
Até o dia 1 de janeiro saberemos os nomes completos de todos os ministérios e como fonte informativa estarei passando essas informações a todos que acompanham o meu Blog.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Programação da posse de Dilma
Dia 01 de janeiro estarei na cobertura da posse da Presidenta Dilma Roussef em Brasília. A baixo vai toda a programação da posse.
Agência Brasil
O ato de posse da presidenta eleita Dilma Roussef, no dia 1º de janeiro, está previsto para começar às 14h30 no plenário do Congresso Nacional. Às 14h, ela sairá da Catedral de Brasília, a bordo do Rolls Royce presidencial conversível, em direção ao Legislativo. Se chover, o trajeto será percorrido em carro fechado. As informações foram confirmadas pelo Itamaraty.
A definição ocorreu nesta segunda-feira, 22, durante reunião entre um grupo de trabalho do Itamaraty, responsável por coordenar os preparativos da cerimônia, e integrantes da equipe de transição. O horário permitirá a presença de governadores eleitos, que tomarão posse em seus estados pela manhã.
A expectativa é que aproximadamente 1.700 convidados compareçam à cerimônia no Congresso Nacional, onde Dilma e o vice Michel Temer farão, individualmente, perante a nação, o juramento de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil". Além dos parlamentares, a solenidade reunirá membros do Judiciário, ministros de Estado, representantes estrangeiros e parentes da presidenta e do vice-presidente.
Logo após ser empossada, Dilma deve fazer o primeiro discurso como presidenta da República. Por volta das 16h30, seguirá no Rolls Royce até o Palácio do Planalto, onde será recebida na rampa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passará a faixa presidencial à sua sucessora. Ali, ela receberá os cumprimentos dos chefes de Estado e de autoridades presentes. Às 17h, Dilma fará novo discurso. Desta vez, no parlatório, de frente para a Praça dos Três Poderes. Depois ela dará posse aos seus ministros.
À noite, por volta das 18h30, Dilma oferecerá um coquetel no Palácio do Itamaraty para autoridades e missões estrangeiras enviadas especialmente para a posse. Segundo o Itamaraty, entre os convidados está o presidente da França, Nicolas Sarkozy, que apoia o pleito do Brasil de ocupar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas e negocia a venda de caças franceses para uso da Força Aérea Brasileira (FAB).
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Dilma e o governo de transição
A presidenta eleita Dilma Rousseff, não vem encontrando dificuldades para obter dados do governo Lula, ao qual ela mesma fez parte. Ela vem tendo todo apoio dos seus coordenadores: José Eduardo Cardoso e o presidente do PT José Eduardo Dutra, que já sondaram os dez partidos que fizeram parte da coligação na campanha de Dilma, mais o PP, que declarou apoio a Presidenta, para obter informações sobre a formação dos cargos dos ministérios e diretorias, que já estão em andamento na escolha de Dilma.
Ela também se reuniu na granja do Torto, onde esta morando desde ontem (16), a reunião teve a presença do deputado e coordenador do governo de transição Antonio Palocci, com finalidade de saber sobre os andamentos das obras do PAC, já que o programa vai continuar no governo Dilma, com a finalização das antigas obras e a construção de novas obras do novo governo.
O presidente Lula, disse que pretende levar Dilma para o encontro que ele faz sempre as vésperas do Natal com os catadores de papel em São Paulo, e pretende passar o bastão para Dilma. Lula afirmou que governos não podem ser medidos apenas pela quantidade de casas, estradas ou ferrovias construídas, mas pela relação de confiança estabelecida com o povo. "Demorou tanto para a oposição, mas para mim foi tão rápido" disse Lula.
O presidente Lula, disse que pretende levar Dilma para o encontro que ele faz sempre as vésperas do Natal com os catadores de papel em São Paulo, e pretende passar o bastão para Dilma. Lula afirmou que governos não podem ser medidos apenas pela quantidade de casas, estradas ou ferrovias construídas, mas pela relação de confiança estabelecida com o povo. "Demorou tanto para a oposição, mas para mim foi tão rápido" disse Lula.
domingo, 14 de novembro de 2010
Delivery - Engenheiros do Hawaii
Quero a força mais forte
Quero a parte mais doce
Quero o que eu não conheço
O que não tem preço
Então vem....
Quero o que é improvável
Pra provar o sabor
Quero que você venha
O inevitável é sempre melhor
Então vem...
Quero ir pra outro planeta
Quero cores além do violeta
Eu vou voltar pra querência, cansei da violência
"No pain, no gain" é o que dizem
Então vem.....
Até onde a vista alcança não vejo ninguém
Nos dois pratos da balança... tudo bem
Então vem...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
O mundo precisa de uma nova moeda
O Dólar estadunidense reflete a crise financeira que o país vem passando nos últimos anos e acentuada no governo de Obama. O G-20, que é o grupo dos 20 países mais poderosos do mundo, que inclui o Brasil, tem como uma das pautas a Guerra Cambial, expressão utilizada para definir a instabilidade da moeda estadunidense nesses últimos dias. Para suprir a crise cambial os EUA que dividir seu problema jogando ao mercado uma grande quantidade de dólar, cerca de 600 bilhões de dólares, causando um efeito dominó na maioria das economias mundiais, ocasionando uma inflação mundial, pois com muito dólar no mercado externo os produtos de exportação tendem a subir cada vez mais.O ministro da Fazenda Mantega, defende a mudança do dólar como moeda global, ele defende uma moeda cujo o valor teria como base as principais moedas do mundo como: o Euro, o Iuane (Chinês), o Iene (Japonês), a libra esterlina (inglesa), e segundo o ministro até o real brasileiro. Assim combater os abusos dos EUA no mercado mundial, essa medida defendida pelo Ministro da fazenda já foi defendida anteriormente pela China, mas não ganhou força no debate do G-20, como também dificilmente seja defendida nesse encontro do G-20, a dependência dos países com os EUA ainda é muito grande, para que essa idéia possa amadurecer e torna-se real.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Haddad enfrenta a batalha do ENEM em defesa dos pobres
por Paulo Henrique Amorim
O Ministro da Educação Fernando Haddad identificou entre 1.800 e 2.000 provas que deverão ser refeitas no ENEM deste fim de semana.
A gráfica contratada produziu 10 milhões de provas.
Houve problema num lote de 20 mil provas.
Dessas 20 mil provas, 10% podem ter problema.
Ou seja, seria uma relação de dois problemas em mil provas produzidas.
Um horror !
É preciso Privatizar a educação no Brasil, diriam a elite branca e os donos de cursinhos.
O Ministro Haddad agora vai examinar caso a caso a situação destas 1.800 provas.
Identificados aqueles efetivamente prejudicados eles farão uma nova prova.
O Ministro Haddad usa o chamado método TRI, que permite aplicar provas em dias diferentes com o mesmo grau de dificuldade.
No ENEM 2009, isso foi feito com pleno sucesso em presídios e em duas cidades do Espírito Santo que, no dia do exame, foram alagadas.
Não há problema nenhum !
O único problema é que o ENEM cria uma mudança estrutural no acesso à universidade brasileira.
O ENEM facilita e estimula o acesso dos pobres.
É por isso que uma inovação bem sucedida e importada dos Estados Unidos se transforma no Brasil numa guerra de classes.
Bendito o segundo turno.
Foi no segundo turno que caíram algumas das máscaras.
Uma delas é a ideologia da Casa Grande que sobrevive instalada na alma e no bolso de uma elite que pensa que o Brasil é bicolor.
O Ministro da Educação Fernando Haddad identificou entre 1.800 e 2.000 provas que deverão ser refeitas no ENEM deste fim de semana.
A gráfica contratada produziu 10 milhões de provas.
Houve problema num lote de 20 mil provas.
Dessas 20 mil provas, 10% podem ter problema.
Ou seja, seria uma relação de dois problemas em mil provas produzidas.
Um horror !
É preciso Privatizar a educação no Brasil, diriam a elite branca e os donos de cursinhos.
O Ministro Haddad agora vai examinar caso a caso a situação destas 1.800 provas.
Identificados aqueles efetivamente prejudicados eles farão uma nova prova.
O Ministro Haddad usa o chamado método TRI, que permite aplicar provas em dias diferentes com o mesmo grau de dificuldade.
No ENEM 2009, isso foi feito com pleno sucesso em presídios e em duas cidades do Espírito Santo que, no dia do exame, foram alagadas.
Não há problema nenhum !
O único problema é que o ENEM cria uma mudança estrutural no acesso à universidade brasileira.
O ENEM facilita e estimula o acesso dos pobres.
É por isso que uma inovação bem sucedida e importada dos Estados Unidos se transforma no Brasil numa guerra de classes.
Bendito o segundo turno.
Foi no segundo turno que caíram algumas das máscaras.
Uma delas é a ideologia da Casa Grande que sobrevive instalada na alma e no bolso de uma elite que pensa que o Brasil é bicolor.
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